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Liga Norte Riograndense Contra o Câncer

apresentação capa

 

A Liga Norte Riograndense Contra o Câncer é uma instituição sem fins lucrativos criada em 1949 na cidade de Natal/RN. Tem como maior desafio conjugar atenção oncológica de alto padrão com elevada acessibilidade, principalmente através do SUS. Reconhecida pelo Ministério da Saúde como CACON (Centro de Alta Complexidade em Oncologia), a Liga presta uma ampla gama de serviços, desde consultas médicas até modernas técnicas de radioterapia.

Características marcantes da instituição são o acolhimento e a atenção multidisciplinar. Há um arraigado entendimento de que a atenção ao paciente deve ser total, por isso há todo um conjunto de ações para que o paciente se sinta bem recebido, além de receber o melhor tratamento médico possível. Psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, odontólogos, fonoaudiólogos e fisioterapeutas garantem uma atenção completa.

Cerca de 75% da assistência oncológica prestada pela LIGA é destinada a pacientes do SUS. Reconhecida pelo Ministério da Saúde como Centro de Alta Complexidade em Oncologia, a LIGA tem a seguinte visão de futuro: “Ser o melhor centro de atenção, ensino e pesquisa em oncologia do norte/nordeste até 2025. Atualmente, a instituição tem 1.562 funcionários e mais de 300 médicos.

 

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Projeto aberto para captação:

Aperfeiçoamento do Processo de Planejamento Radioterápico da Liga Norte Riograndense Contra o Câncer

Ampliar e melhorar as condições de atendimento aos pacientes com indicação à Radioterapia, o que será possível apenas com a aquisição de um tomógrafo moderno para uso exclusivo em planejamentos radioterápicos

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Veja o que já Aconteceu!

Projeto 2018: Ampliação da Assistência e atualização do parque tecnológico da LNRCC

A Liga Contra o Câncer enquanto CACON é a principal referência oncológica no estado do Rio Grande do Norte e tem como alvo a integralização da assistência oncológica, especialmente ao paciente em cuidados paliativos e seus familiares, disponibilizando atendimento ambulatorial, de urgência, de internação e atendimento domiciliar, para um melhor cuidado e enfrentamento de suas  necessidades físicas, psíquicas e ou sociais. Neste sentido, a Liga Contra o Câncer tem buscado adequar sua estrutura física, atualizar os equipamentos, mobiliários e capacitar a equipe de colaboradores, uma vez que estes fatores são essenciais para tornar a assistência mais humanizada.

Buscando aumentar a efetividade de seus serviços e sempre focado na segurança do paciente, o Hospital continua em constante renovação dos equipamentos do seu parque tecnológico, onde poderemos dar maior qualidade aos pacientes e maior acessibilidade aos nossos médicos, para que isso ocorra também é necessária a readequação da estrutura física do local, para que este possa receber com maior comodidade os equipamentos que serão adquiridos. Além a atualização de equipamentos o projeto visa a ampliação da assistência mais humanizada com a capacitação de seus colaboradores, onde é incentivado a troca e a construção de saberes, o diálogos entre profissionais, o trabalho em equipe, onde se entende que com esses valores se alcance o grau de co-responsabilidade na produção de saúde e das mudanças na cultura da atenção aos pacientes.

 

Junho 2018

Atualização do Projeto
Foi enviado a readequação do projeto por que captou 120%, e a instituição está aguardando
o posicionamento do Ministério referente a liberação de recursos

 

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  • Aprimorar e agilizar o atendimento oncológico na sua integralidade (diagnóstico, tratamento e  cuidados paliativos), por meio da renovação e modernização dos equipamentos;
  • Melhorar a assistência ao paciente em cuidado paliativo com acolhimento referenciado e leitos de retaguarda para internação;
  • Otimizar os fluxos de atendimento, minimizando assim o tempo de espera para o tratamento, por meio das inovações tecnológicas;
  • Atender a crescente demanda de pacientes oncológicos.

Com os novos equipamentos, o objetivo é reduzir em 10% o tempo de espera determinado por Lei para o tratamento oncológico e aumentar de 85 para 95% o índice de satisfação dos pacientes. E o mais importante: ampliar o número de internações. Nos casos paliativos, a estimativa é realizar mais de 700 internações no período e/ou após a execução do projeto.

 

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