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Casa do Vovô

A Casa do Vovô tem capacidade para atender 92 idosos com mais de 60 anos de idade, de ambos os sexos, com acomodações, inclusive para casais, que atendam aos dispositivos da triagem social.

 

 

 

ÁREA DE ATUAÇÃO

A Casa do Vovô, com 36 anos de experiência na área, atende idosos a partir de 60 anos de idade, de ambos os sexos e provenientes do município de Ribeirão Preto, em regime de internato (ILPI), desde que não possuam família ou responsáveis que possam garantir-lhes uma sobrevivência digna. Entendendo que é possível o atendimento ao idoso em regime aberto, oferece ainda 10 vagas para atividades e cuidados diários sem necessidade de internação.

OBJETIVOS

O presente projeto tem como objetivo abrigar o idoso proporcionando a ele qualidade de vida. Para tanto será desenvolvido um trabalho voltado para idosos das camadas mais pobres da comunidade, adequado às suas necessidades básicas para uma vida com qualidade. Além das atividades de rotina, deverão ser desenvolvidas atividades de lazer, ocupacionais, culturais e artísticas, estimulando maior convivência e participação em grupo, no pleno exercício da cidadania, mantendo 80 usuários em média, em regime de internato na rede de Proteção Social Especial de Alta Complexidade, assim como 10 vagas de internação dia, conforme a demanda.

 

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  • Resgatar o valor do idoso, integrando-o à sociedade através de formas alternativas de participação e convívio; Buscar a qualidade total do serviço, pela reavaliação e reestruturação dos procedimentos usuais;
  • Educar continuadamente os atendentes de idosos, de forma regular e progressiva;
  • Integrar a equipe multidisciplinar (Pedagoga, Assistente Social, Médico, Enfermeira, Nutricionista, Terapeuta Ocupacional, Psicólogas, Dentistas, Fisioterapeutas e Professores) para dar suporte ao programa;
  • Resgatar e fortalecer os vínculos familiares dos idosos; Incentivar o idoso quanto à ocupação do tempo, tendo em vista os seus interesses, capacidade e criatividade;
  • Estimular a autonomia do usuário;
  • Atender aos interesses físicos, práticos, artísticos, intelectuais e sociais dos idosos, estimulando a participação voluntária nas atividades oferecidas;
  • Propiciar integração e convívio entre os residentes, familiares e funcionários;
  • Dar oportunidade para capacitação do pessoal envolvido no trabalho (dirigentes, funcionários e técnicos);
  • Organizar atividades sociais e recreativas que estimulem o equilíbrio emocional do idoso; Oferecer atividades ocupacionais e de lazer, visando o desenvolvimento psicossocial e com funções terapêuticas (exercícios físicos, recreação, jogos, festas, comemorações, visitas, passeios, desenho, pintura, tricô, crochê, bordado, artesanato, tapeçaria, alfabetização, etc.);
  • Estimular as atividades de Horticultura (plantio, cuidados, colheita); Atender com dignidade ao morador, oferecendo-lhe um espaço agradável, higiênico e seguro; Propiciar ao interno atendimento nas áreas médica, dentária, fisioterápica, fonoaudiológica, psicológica e espiritual, de acordo com as suas necessidades;
  • Fornecer alimentação adequada para atender às necessidades orgânicas e manter o equilíbrio nutricional nessa fase etária; Garantir o intercâmbio de experiências entre os residentes e outros grupos da comunidade;
  • Propiciar variadas formas de convivência e participação como recurso terapêutico e preventivo;
  • Promover o desenvolvimento da autoconfiança, sensibilidade e criatividade pela arte;

 

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LOCAL DE ATENDIMENTO

A Instituição situa-se no Ipiranga, bairro periférico de Ribeirão Preto-SP, à Rua – Tapajós nº. 2.881- CEP. – 14060-590 – fone: 3622.4181. Dispõe de um equipamento adequado às funções a que se propõe, segundo as normas de saúde e de segurança. Quanto ao entorno, a Instituição está localizada em um bairro que oferece uma ampla rede serviços disponíveis à comunidade, a qual o idoso pode ter acesso para sua inclusão social, tais como: Entorno – UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Presidente Dutra, farmácias, e PIC (Programa de Integração Comunitária) na Igreja Sagrado Coração de Jesus; Base Comunitária do Complexo Presidente Dutra; Organização Comunitária Santo Antonio Maria de Claret; organização Vida Nova – Casa das Mangueiras.

 

Dezembro 2018

LS Nogueira incentiva doações para a Casa do Vovô, em Ribeirão Preto

E promove pelo segundo ano a campanha de Natal para presentear os idosos da Instituição. Acompanhe essa reportagem no programa Sala de Imprensa, com Vitor Maciel:


 

 

Outubro 2018

Casa do Vovô presta contas das Ações em Benefício dos Idosos

 

Em agosto, a instituição reuniu empresas/patrocinadoras e a LS Nogueira para apresentar os resultados do projeto de continuidade “Viver e Conviver com Qualidade”. Alguns internos participaram do encontro que revelou toda a assistência em espaços adequados, instalações e equipe multidisciplinar.

Tornou de conhecimento de todos a tabela de despesas e o cronograma de atividades mensais desenvolvidas pela Casa do Vovô. Na ocasião, foi lançado o site oficial do Lar. A Casa do Vovô também comemorou os 40 anos de fundação em Ribeirão Preto.

 

 

 

Setembro 2018

O Brasil tem SIM o que comemorar no Dia Internacional do Idoso

A longevidade aumentou no país, novas leis foram criadas para proteção e conforto, ampliaram-se os grupos de terceira idade, criaram-se faculdades específica para este público. Centenas de cidades brasileiras instituíram o Conselho Municipal do Idoso e o Fundo do Idoso, para angariar recursos destinados a projetos de amparo e assistência. Que as famílias os amem e respeitem. Que a sociedade os protejam!!!

Você conhece Dona Aparecida?
Ela vive na Casa do Vovô, em Ribeirão Preto, ao lado do marido Gregório. Estamos falando de um exemplo de amor ao próximo e paixão pela vida.

 

os 71 anos, dona Cida Marcone está à frente de seu tempo. Adora brincos grandes, usa dread no cabelo e está sempre ativa. Ela vive com o marido em uma das instituições apoiadas pela Lei do Idoso através da LS Nogueira. Usa as redes sociais pela Internet e encabeça campanhas para ajudar a Casa. Agora, diz que se uniu a motoqueiros para buscar recursos na implantação de energia solar.  “Esse negócio de ficar fazendo crochê já era.

Aqui tenho tudo o que preciso para ter uma vida saudável e agitada. Temos que aceitar a velhice de forma alegre”. Dona Cida relata que, apesar de não ser o seu caso, existem muitas histórias de abandono dentro do lar, o que ela sente muito. Tentando contagiar a todos com sua alegre, dispara “Nunca fui tão feliz!!!”

Mas nem sempre foi assim. Cida Marcone passou por maus momentos quando foi obrigada a aposentar-se por conta de uma doença nas pernas. Apesar dos esforços dos três filhos, entrou em depressão. “Eu amava minha profissão de enfermeira. Tinha dois empregos e ainda fazia voluntariado. Quando o problema me pegou, parei até de andar”, diz dona Cida. Mas a fase complicada passou e ela se recuperou por completo. Foi quando marido, Gregório, ficou doente. Aí chegou o instante de procurar apoio fora de casa e foi buscar acolhimento na Casa do Vovô. Isso já faz 18 anos.

 

 

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