Teatro Folha

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São Paulo - SP

Em localização privilegiada e patrocinado pela Folha de S. Paulo, o TEATRO FOLHA firmou-se nos últimos doze anos como um dos mais importantes espaços teatrais da cidade de São Paulo.

Inaugurado em novembro de 2001, o Teatro Folha já recebeu milhares de espectadores ao longo de sua história. Em 2008, o espaço foi eleito pelo público como o melhor da capital paulista, de acordo com pesquisa do Portal Veja São Paulo.

Com fluxo anual de mais de 100 mil pessoas e média de público de 2,5 mil pessoas por semana, já foi eleito o melhor teatro da cidade pelos internautas da Veja SP. Pioneirismo e reconhecimento do Público.

São 305 lugares numa área de 470 m² no Terraço do Shopping Pátio Higienópolis, aliando a comodidade do shopping com um espaço aconchegante que recebe produções teatrais de altíssima qualidade de todo o país, mesclando em sua programação dos mais variados gêneros e para público de todas as idades.

Peças que já aconteceram

O Pequeno Príncipe

Projeto 2019

Este projeto pretende realizar uma montagem inusitada deste clássico da literatura, sob a ótica do teatro de bonecos, passando pelas técnicas de teatro negro e sombras.
A nova montagem, pretende aproximar crianças e adultos aos temas tratados na história e que são tão importantes no convívio social, como o companheirismo, o respeito ao próximo e a fidelidade aos princípios e ideais.

A montagem pretende captar o espírito sutil da história, transpondo-o em um mundo de sonhos e fantasia por meio de uma estética visual rica, culminando em um ambiente imaginativo, lúdico e sensorial. As principais linguagens utilizadas são teatro de luz negra, teatro de sombras e teatro de formas animadas, além de alguns elementos das artes circenses. Essas linguagens serão trabalhadas a fim de compor um conjunto harmônico por meio de uma pesquisa estética profunda e da construção conjunta entre o diretor e roteirista Ian Soffredini, o preparador Wanderley Piras e os atores/manipuladores de bonecos.

Este projeto prevê a participação de 30 profissionais, com destaque para 5 manipuladores de bonecos / atores, diretor, assistente de direção, produtor executivo, cenógrafo, figurinista, confeccionador de bonecos, iluminador e administrador do espetáculo, garantindo a qualidade técnica e excelência na montagem e realização do espetáculo.

Algo de Estranho

Projeto 2019

Nesta comédia dramática do renomado autor americano Donald Margulies, uma família judia está abalada pela inesperada morte da jovem mãe, mas uma semana depois… ela volta!

Ela entra pela porta da casa ainda suja de terra, recém-levantada de sua cova, com o objetivo de arrumar a casa, pois não pode morrer sem deixar as coisas em ordem.

O reencontro com o marido resgata uma paixão que já estava adormecida, enquanto o filho parece ficar cada vez mais frio com a mãe. O que fazer com uma morta-viva?

Como reagirá a família?

Como reapresentar a mãe para a sociedade? Como resgatar um casamento que já se acreditava acabado? As discussões de vida e morte, relacionamentos mal acabados, pendências, permeiam a peça até suas conclusões finais.

 

Em 2018, Carolina Ferraz, Otávio Martins e Isser Korik se uniram para a criação do espetáculo “QUE TAL NÓS DOIS?”

O espetáculo foi previsto para ficar dois meses em cartaz no Teatro Folha, mas o sucesso de crítica e público foi tal, que a temporada acabou sendo prorrogada por duas vezes e durou sete meses. Depois disso, o espetáculo segue em tournée pelos principais teatros do país.

A felicidade desse encontro gerou a vontade de criar um trabalho conjunto estável, cujo segundo fruto será ALGO DE ESTRANHO.

 

Donald Marguiles – Autor

Nascido no Brooklyn em 1954, Donald Margulies cresceu em Trump Village, um projeto habitacional de Coney Island. Estudou artes visuais no Instituto Pratt antes de se transferir para a Universidade Estadual de Nova York para obter um diploma em letras. Durante o início dos anos 80, colaborou com Joseph Papp, e sua primeira peça Off-Broadway, Found a Peanut, foi produzida. Em 1992, a carreira de Margulies começou a decolar quando a sua peça Sight Unseen ganhou um prêmio de Melhor New American Play. Recebeu um Prêmio Pulitzer 2000 por Drama. Suas peças estrearam no Manhattan Theatre Club, no South Coast Repertory, no New York Shakespeare Festival e no Jewish Repertory Theatre. Ele mora em New Haven, Connecticut, atualmente, onde leciona na Yale School of Drama.

 

Isser Korik – Diretor

Diretor, ator, produtor, tradutor e dramaturgo, Isser Korik coleciona trabalhos marcantes como comediante em quase 30 anos de carreira, como Vacalhau & Binho, de Zé Fidélis, que permaneceu oito anos em cartaz; O Dia que Raptaram o Papa, de João Bethencourt; e, recentemente, E o Vento não Levou, de Ron Hutchinson, e Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera, de Gláucio Gill. Como diretor se destaca na comédia. Concebeu Nunca se Sábado…, apresentado por quatro temporadas sob sua direção-geral, que marcou a cena paulistana.

Dirigiu o sucesso A Minha Primeira Vez, de Ken Davenport; a trilogia cômica de Alan Ayckbourn Enquanto Isso…; O Mala, de Larry Shue; o projeto Te Amo, São Paulo, que reuniu grandes nomes da dramaturgia paulista; além dos infantis A Pequena Sereia, de Fábio Brandi Torres; Grandes Pequeninos, de Jair Oliveira; Cinderela, O Grande Inimigo e Ele é Fogo!, de sua autoria, tendo recebido por esse último o Prêmio APCA. Recentemente dirigiu os sucessos Jogo Aberto, de Jeff Gould; O Empréstimo, de Jordi Galceran, e Que Tal Nós Dois?, de Otávio Martins e Juliana Araripe.

 

Carolina Ferraz

Estreou como atriz na novela Pantanal, da TV Manchete. Na TV Globo, foi apresentadora do Fantástico e depois atuou nas novelas, O Mapa da Mina, Pátria Minha, Tropicaliente e Avenida Brasil, entre outros trabalhos marcantes para o público.

No cinema fez Alma Corsária, de Carlos Reichenbach; Mater Dei, de Vinicius Mainardi; Amores Possíveis, de Sandra Werneck; Crô – O Filme, de Bruno Barreto; A Glória e a Graça e O Passageiro – Segredos de Adulto, ambos de Flávio Ramos Tambellini.

Atuou nas peças Honra, com direção de Celso Nunes; O Rim, dirigida por Elias Andreato, Três Dias de Chuva, dirigida por Jô Soares e Que Tal Nós Dois?, montagem de Isser Korik.

A atriz apresentou no canal GNT cinco temporadas de seu programa Receitas da Carolina, um sucesso entre o público interessado em gastronomia. Também lançou o livro Na Cozinha com Carolina e se prepara para lançar brevemente Na Cozinha com Carolina 2.

 

Otavio Martins

Ator, diretor, dramaturgo e roteirista.

Atuou nos espetáculos Caros Ouvintes, que também dirigiu e escreveu, recebendo as premiações de melhor espetáculo e melhor direção no Prêmio Arte Qualidade Brasil de 2014; e no drama Três Dias de Chuva, peça dirigida por Jô Soares. Foi convidado por Paulo Autran para contracenar na peça Vestir o Pai. Voltou a trabalhar com Jô Soares em Tróilo e Créssida, adaptação da tragédia de William Shakespeare.

Na televisão, atuou nas séries Mothern, do canal  GNT, e PSI, da HBO e em novelas da Rede Globo, como Amor Eterno Amor, Além do Horizonte e Tapas e Beijos.

Participou de filmes como Malu de Bicicleta, de Flávio Tambelini, Salve Geral, de Sérgio

Resende, Blindness, de Fernando Meirelles, e Meu Mundo em Perigo, de José Eduardo Belmonte.

 

Conteúdo Teatral

Além de administrar espaços, como o Teatro Folha, em São Paulo, a Conteúdo Teatral já produziu e coproduziu mais de 50 espetáculos, com grandes nomes do teatro nacional, atingindo mais de 2 milhões de espectadores em mais de 17 anos de atuação.

Está associada a grandes nomes do meio, como Charles Möeller e Claudio Botelho, com os quais produziu o musical “Um Violinista no Telhado”, “Beatles Num Céu de Diamantes” e “Nine”, temporada de São Paulo.

A Megera Domada

A história gira em torno de 2 irmãs, Catarina e Bianca.

Catarina, a irmã mais velha, não pretende se submeter aos homens em função do casamento. Com suas ideias modernas para a época e certa agressividade, afasta todos os pretendentes, deixando desesperada sua irmã Bianca que deve esperar Catarina se casar para poder casar com o homem pelo qual está apaixonada.

Então surge Petrucchio, um homem disposto a tudo para conquistar o dote de Catarina. As discussões entre o casal, apesar de cômicas, levantam temas atuais e de empoderamento essenciais às mulheres e às inquietações de nossa sociedade.
Esta nova montagem, com tradução e adaptação de Fábio Torres conta com cinco atores em cena, que se desdobram em vários personagens e mais de 35 figurinos de época

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