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Olhem a importância do Apoio à Cultura Brasileira

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“Cultura é vetor do desenvolvimento”, a importância do Apoio à Cultura Brasileira

“Cultura é vetor do desenvolvimento”, a importância do Apoio à Cultura Brasileira

OLHEM A IMPORTÂNCIA DO APOIO À CULTURA BRASILEIRA:

Confira os dados apresentados pelo Ministro da Cultura em entrevista ao Diário de Pernambuco:

A “Cultura é vetor do desenvolvimento” , diz o Ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão.
Atividades culturais empregam um milhão de profissionais e já respondem por 2,6% do PIB. A sua taxa de crescimento é o dobro da média da economia nacional. Não podemos desperdiçar esta vocação brasileira’, diz

Por: Vandeck Santiago – Diario de Pernambuco
Ministro da Cultura participa hoje no Recife de lançamento da maior premiação do País para manifestação da cultura popular, como o maracatu.

 

O senhor tem planos de transformar a indústria audiovisual brasileira na quinta maior do mundo. Como isso pode ser feito? É meta factível para um governo só?

Já estamos trilhando este caminho. Se investirmos adequadamente cerca de R$ 1 bilhão por ano, em todos os elos e cadeias de valor da atividade, usando mecanismos automáticos e seletivos de investimento, além de crédito, em 10 anos teremos uma das cinco maiores indústrias audiovisuais do mundo. Este é o valor que podemos ter anualmente no Fundo Setorial do Audiovisual, somando a arrecadação de Condecine e as receitas. O potencial é imenso. E a oportunidade é única, com as transformações tecnológicas em curso. Precisamos de mais eficiência e eficácia.

 

Como o Ministério da Cultura pode atuar no combate às desigualdades regionais? É possível fazer este combate na prática, apenas com a “canetada do ministro”, ou ela só é possível com a mudança de legislações?

O Ministério da Cultura tem atuado de diversas formas para combater as desigualdades regionais. Boa parte dos editais que foram lançados em minha gestão trazem cotas ou indutores que estimulam o investimento nas regiões mais carentes de recursos, promovendo a desconcentração. Também na nova Instrução Normativa da Lei Rouanet. Proponentes da região Nordeste, por exemplo, têm o teto de captação de recursos expandido em 50%. Em outra frente, temos percorrido os 27 estados brasileiros para capacitar produtores, empreendedores e gestores culturais, de modo que possam usar mais e melhor os mecanismos federais de fomento.

 

Nessa luta nossa de cada dia pelo feijão e pelo sonho, a cultura como atividade econômica tem relevância ou é só deleite?

A cultura deve ser encarada como um vetor de estímulo ao desenvolvimento econômico do país. Esta é a principal bandeira da minha gestão. As atividades culturais e criativas já respondem por 2,6% do Produto Interno Bruto, empregam um milhão de profissionais e reúnem 200 mil empresas e instituições, com uma média salarial e uma taxa de crescimento que, nos últimos anos, correspondem ao dobro da média da economia brasileira, segundo estudo da Firjan. O potencial de crescimento, e de contribuição para o desenvolvimento pleno e sustentável do Brasil, é gigantesco. Não podemos desperdiçar esta vocação brasileira