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Doutores da Alegria estreia Novo Espetáculo: “Aquele Momento Em Que…” - LS Nogueira

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Doutores da Alegria estreia Novo Espetáculo: “Aquele Momento Em Que…”

Montagem inspirada no cotidiano dos palhaços nos hospitais cumpre curta temporada
no Teatro Cacilda Becker, com sessões aos sábados (21h) e domingos (19h).

Os desafios diários enfrentados pelos palhaços que vivem e trabalham na saúde pública são o ponto de partida para o novo espetáculo dos Doutores da Alegria, “Aquele Momento Em Que.…”, que estreia dia 7 de setembro, sábado, às 21h, no Teatro Cacilda Becker.

A curta temporada de apresentações gratuitas terá sessões também aos domingos, 19h, de até 22 de setembro. Os ingressos podem ser obtidos com antecedência no local, que possui 198 lugares e acessibilidade. A montagem propõe a continuidade da proposta de disseminar junto à sociedade, por meio do teatro, algumas das reflexões que movem a existência da organização, fundada em 1991.

“Doutores da Alegria é uma organização que se preocupa com a diversidade e pluralidade cultural e social. O novo espetáculo quer abrir diálogos que sejam potentes para construção de sociedade mais igualitária, resume o diretor artístico da organização, Ronaldo Aguiar.

Palhaços e cidadãos

Em cena estão os artistas que atuam em hospitais públicos de São Paulo. Eles discorrem sobre a vida em um lugar que se destina a cuidar da própria vida, gota a gota, ora de forma rápida, ora lenta. E revelam também o outro lado da mesma moeda: seus anseios, desejos e preocupações enquanto cidadãos, sem a máscara.

“Nós, palhaços, que também convivemos no ambiente hospitalar, temos esses momentos em que… Eles ocorrem ao atravessarmos cada porta, cada corredor… E também nos encontros, chegadas e despedidas”, comenta Val Pires, diretor do espetáculo. No elenco também estão os palhaços David Taiyu, Suely Andrade, Sandro Fontes e Tereza Gontijo. A dramaturgia é de Nereu Afonso.

O cenário, a luz, os figurinos e a trilha sonora têm um papel importante ao ambientar artistas e dramaturgia neste contexto. Objetos circulam em cena e remetem ao universo hospitalar; figurinos híbridos misturam o palhaço, o cidadão e o profissional de saúde; e os sons alternam-se desde ruídos de soro pingando até vozes que são parte desse cotidiano.