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Daiane dos Santos retribui o que o esporte lhe proporcionou com o projeto “Brasileirinhos”. - LS Nogueira

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Daiane dos Santos retribui o que o esporte lhe proporcionou com o projeto “Brasileirinhos”.

 

Como ginasta, todos sabem de sua história. Mas como gestora de um projeto social de tamanha importância, poucos conhecem. Além dos pódios e das medalhas em campeonatos mundiais, Daiane dos Santos mantém uma rotina de ativista social no projeto “Brasileirinhos” em Paraisópolis, em São Paulo, que entrará na terceira edição em 2018. “Precisava dar retorno à sociedade de tudo o que conquistei com o esporte. Buscava um local de vulnerabilidade social e quando visitei a favela, me apaixonei”. Daí nasceram as ações que hoje levam a ginástica para crianças e jovens, mas que, principalmente, formam cidadãos. Daiane dos Santos acredita que o esporte é um forte mecanismo para afastar meninos e meninas do ócio, das drogas, da violência. “Não busco o alto rendimento, embora tenhamos talentos lá. Quero transmitir disciplina, superação, cidadania”.
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Entre 2016/2017 são favorecidas cerca de 500 crianças entre 6 e 14 anos. No ano que vem, poderão participar adolescentes até 16. “Os próprios moradores da comunidade pediram isso. Os mais velhos querem compartilhar a experiência. Estamos beneficiando indiretamente duas mil pessoas”. “Brasileirinhos” conta com dois professores formados em educação física, dois auxiliares e o apoio através do PIE – Programa de Incentivo ao Esporte do governo paulista. “A adesão de empresas através da Lei de Incentivo Fiscal é fundamental para manter essas crianças vivas. Não tem motivo para não doar. Os empresários contribuem com Responsabilidade Social e sem custo nenhum”, afirma a atleta que ainda tem muitos planos sociais em andamento. Um deles é expandir “Brasileirinhos” para as periferias do país.projetobrasileirinhos_daianedossantos_lsnogueira2